O que resolvemos

Competências

Atuação atual em parceria técnica com prestadoras de serviços de Telecomunicações, em projetos de missão crítica.

Redes NGN & VoIP

Session Border Controllers Oracle/AcmePacket, roteamento SIP, arquitetura de sinalização e interoperação de tronco. Diagnóstico de falha ponta a ponta, não configuração de manual.

Oracle Communications

SBC, Session Router, OCOM Communications Session Monitor, Oracle Communications Session Delivery Manager. Integração, homologação e diagnóstico de appliances em alta disponibilidade.

Engenharia de Software

Automação em Python, integração de APIs REST e sistemas de análise sob medida como Grafana. Software que nasce do problema, não do catálogo de features.

Banco de Dados & Dados

PostgreSQL, TimescaleDB, InfluxDB e pipelines de telemetria em escala. Modelagem para throughput medido, com decisão de arquitetura validada por benchmark.

Como trabalhamos

Método

Root Cause Before Assumption

01

Causa-raiz, não sintoma

Todo defeito tem uma origem verificável. Perseguimos a origem — do OID vazio ao worker mal dimensionado — em vez de mascarar o efeito.

02

Decisão por evidência

Nenhuma configuração entra em produção por convicção. Entra por medição. Quando o número contradiz a hipótese, o número vence.

03

Entrega mensurável

Um resultado que não se mede não se entrega. Todo trabalho fecha com um dado que o cliente pode auditar.

Meio século de transições

Trajetória

Não aprendemos telecom. Evoluímos com a computação — de cada arquitetura à seguinte, sem pular nenhuma geração. Uma trajetória construída em operadoras Tier-1, incluindo duas décadas em Embratel/Claro (1999–2020).

  1. 1974 A primeira curiosidade — eletrônica de base.
  2. 1981 Era Zilog — os primeiros supermicros.
  3. Anos 80 Era Motorola — nova geração de arquitetura.
  4. Anos 90 Era Intel — dos superminis ao PC corporativo.
  5. 1999 A virada para redes IP, VoIP e NGN — anos de operação em Embratel/Claro.
  6. Hoje Consultoria em Oracle Communications e nuvem.
Evidência

Resultados

5,5×

Ganho de throughput em plataforma de análise migrada para nuvem, validado por benchmark controlado — configuração de workers definida pela medição, não pela suposição.

Causa-raiz

SBC recusado como Network Function isolado até a origem: imagem de boot ausente gerando resposta SNMP vazia. Remediado em sequência de alta disponibilidade, sem parada.

1979

Telecom desde 1979. Da comutação à nuvem, o mesmo método aplicado a cada geração de tecnologia — sem nostalgia, por depuração.

~10 min

Processamento de mais de 1.600 arquivos de detalhamento em menos de dez minutos, com o número de workers definido por medição — não pela intuição de que "mais é melhor".

Zero parada

Atualização de imagem em par de appliances em alta disponibilidade, com o nó standby primeiro e validação por consulta SNMP antes de cada troca. Sem janela de indisponibilidade.

Quando a hipótese falha

Reversões

Evidence Over Conviction

5 → medido

A hipótese inicial era direta: mais workers, mais throughput. A medição reprovou. Cinco workers saturavam o gargalo real em vez de aliviá-lo. A configuração final foi a que o benchmark apontou — não a que a intuição sugeria. O número contradisse a convicção, e o número venceu.

OID vazio

Um appliance recusava-se a ser reconhecido, sem erro evidente. A suposição óbvia — configuração de rede — estava errada. A causa real era uma resposta SNMP vazia, rastreada até uma imagem de boot que nunca fora aplicada. O sintoma apontava para um lado; a evidência, para outro.

Vamos conversar

Contato 

Um problema complexo, sem solução pronta de mercado, é exatamente onde este trabalho começa.