Quando a chamada não completa, a resposta está na evidência.
Falhas de sinalização em SBCs, proxies e gateways raramente se explicam por intuição. O Ositron isola a causa-raiz a partir do que a captura de rede realmente mostra — não do que a experiência supõe que aconteceu.
Perícia de sinalização, não adivinhação
Toda análise começa por olho humano treinado em SIP, lendo a captura frame a frame. Quando o caso se torna complexo ou de difícil interpretação, entra um método forense estruturado que separa o que é fato do que é suposição — e conclui apenas o que a evidência sustenta.
Caracterizar a captura
Antes de qualquer diagnóstico, determinamos o que a captura permite ver — e o que ela torna invisível. Um ponto único de coleta, uma face ausente da conversa ou um trecho temporal faltante são declarados como fato no início, nunca descobertos no fim.
Coletar sem inferir
Extraímos cada mensagem de sinalização e cada parâmetro relevante exatamente como aparecem na captura. Nesta etapa não há interpretação: apenas o registro fiel do que foi observado, incluindo o plano de mídia quando presente.
Não presumir papéis
Quem é originador, terminador, proxy ou elemento intermediário é conclusão derivada da evidência — nunca dado de entrada. A topologia real do ambiente do cliente é reconstruída a partir do comportamento observável, não do que se espera dela.
Confrontar com a norma
Cada comportamento é comparado à norma técnica aplicável, distinguindo o que é exigido, o que é permitido e o que é específico do fabricante. Uma divergência só vira violação quando contraria um requisito normativo — não porque difere de outra implementação.
Sustentar hipóteses pela prova
Nunca escolhemos uma causa por ser a mais comum. Levantamos todas as hipóteses compatíveis com a evidência e eliminamos cada uma apenas quando há prova objetiva. Se duas resistem, ambas permanecem — com seu grau de confiança declarado.
Concluir com o que há
A entrega separa explicitamente fato observado, inferência, hipótese e conclusão — com a linha do tempo da chamada, o inventário de transações e a matriz de evidências que sustenta o veredito. E o grau de confiança de cada afirmação.
Isolada à evidência observável — não à estatística de casos parecidos.
Fato, inferência, hipótese e conclusão sempre separados, nunca confundidos.
Toda violação apontada com a norma, o campo e o frame exatos que a comprovam.
Não dizemos o que provavelmente aconteceu. Dizemos o que a captura prova — e o quanto ela prova.Fale com um especialista →